Teste de fingerprint do navegador

Veja quais dados do navegador e do dispositivo esta página consegue ler, incluindo tela, fuso horário, Canvas e WebGL. Exporte o resultado com os hashes disponíveis; o relatório não mede se sua impressão digital é única entre outros usuários.

Funciona localmente no seu navegador
Processamento local ·
Execute a auditoria para capturar uma única visão das sinais expostas por este navegador.

O hash combinado é descritivo, não um identificador de conta. Ele pode mudar ao recarregar ou alterar o navegador.

Como executar uma auditoria de fingerprint do navegador

A auditoria lê os sinais que uma página consegue coletar do navegador — user agent, idioma, fuso horário, tela e janela, indícios de CPU e memória, Canvas, WebGL e chaves de privacidade — e reúne tudo em um relatório JSON com dois hashes SHA-256.

Nada do que a auditoria lê sai da página: ela não envia nada e uma execução continua funcionando com a rede desligada. Nenhum cookie, armazenamento ou conta é gravado, então o relatório só existe até você recarregar ou fechar a aba.

  1. Clique em Coletar sinais. Não é preciso colar nada nem enviar arquivo.
  2. Leia primeiro os indicadores: campos de sinal registrados, grupos de alta entropia (Canvas, WebGL, memória, CPU), quantidade de idiomas e os primeiros caracteres do hash combinado.
  3. Abra o relatório JSON quando precisar dos valores exatos: user agent, plataforma, idiomas, fuso horário e deslocamento, tela e janela, indícios de hardware, Do Not Track, indicador de cookies, fornecedor e renderizador do WebGL, hash do Canvas e hash combinado.
  4. Clique em Copiar ou Baixar para guardar o retrato; o arquivo se chama browser-signal-report.json.
  5. Clique em Limpar, mude uma configuração do navegador e execute de novo — redimensionar a janela já altera o hash combinado, porque a janela faz parte do retrato.

O que o relatório contém

Sinais lidos sem pedir permissão

O relatório traz a string de user agent, o idioma da interface e a lista completa de idiomas, a plataforma, o fuso horário IANA e o deslocamento UTC, as dimensões de tela e janela com proporção de pixels e profundidade de cor, a contagem de threads de CPU exposta pelo navegador, a classe de memória do dispositivo (somente Chromium; nula nos demais), pontos de toque, a marca Do Not Track (muitas vezes nula nos navegadores atuais), o indicador de cookies e as strings de fornecedor e renderizador do WebGL.

O Canvas é medido, não guardado: uma amostra de 220×40 com texto e um bloco colorido é desenhada, resumida em SHA-256 via Web Crypto, e só o resumo entra no relatório. O hash combinado funciona do mesmo modo sobre os campos JSON acima; os pixels originais nunca chegam ao relatório.

O que os dois hashes significam

Duas execuções seguidas na mesma janela devolvem os mesmos hashes, e uma segunda sessão aberta com o mesmo tamanho de janela reproduziu o hash combinado idêntico nos testes. Ao redimensionar a janela, o hash combinado muda e o hash do Canvas não, porque a janela faz parte do retrato: o resumo descreve um retrato específico, não um identificador permanente do aparelho.

Os dois valores são resumos locais, sem banco de dados por trás. A página não consegue dizer quantos visitantes compartilham os seus sinais, então leia uma coincidência como “mesma configuração de navegador e mesma janela” e uma diferença como “algo mudou”.

O que a auditoria não vê

Ela não lê nada que exija outra permissão nem nada fora do JavaScript: sem lista de fontes, sem impressão de áudio ou Web Audio, sem descoberta WebRTC ou de IP local, sem sondagem de bateria ou cota de armazenamento, sem cabeçalhos HTTP que um servidor veria, sem client hints do user agent e sem inventário de extensões.

Canvas e WebGL dependem da GPU e do driver, o navegador arredonda os números de memória e campos como Do Not Track ou memória do dispositivo podem faltar por completo. Use o relatório para comparar seus próprios perfis e ajustes, não como nota de quão anônimo você é.

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